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Meio Ambiente

Apesar do alertas realizados pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) e ONGs ligadas ao meio ambiente, o aquecimento global e o efeito estufa têm acelerado as mudanças climáticas.

Mudanças climáticas - nível do mar

Os mais céticos teimam em resistir, mas agências, ONGs e cientistas alertam que as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global e o efeito estufa produzirão desastres naturais cada vez maiores e mais intensos.

Causas e efeitos das mudanças climáticas

Uma dos maiores desastres naturais em curso é o aumento do nível do mar.

De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU, o aumento do nível do mar pode chegar ao dobro do previsto em 2007. Além disso, especialistas anunciam que o nível do mar pode subir 1 metro ou mais até o ano 2100.

Se isso de fato ocorrer, além da extinção de numerosas espécies de seres vivos, haverá o deslocamento de milhões de pessoas na Ásia, 40 milhões na Europa e 5 milhões na América e África.

Para entender porque isso acontece, basta saber que as principais causas desse aumento são o efeito estufa e o derretimento das geleiras polares e a diminuição da massa polar da Antártida e da Groelândia, que estão derretendo em um ritmo acima do previsto.

Portanto, enquanto cada ser humano não se conscientizar que precisa contribuir com o meio ambiente, a situação tende a piorar cada vez mais.

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Confira sete coisas que você ainda não sabia sobre esponja do mar e que está na hora de aprender.

Esponja do mar

  1. Frequentemente confundidas com plantas por sua quase imobilidade, as esponjas são animais aquáticos do filo Porifera;
  2. Estão entre os animais mais simples que existem: não possuem músculos, sistema nervoso ou órgãos internos;
  3. Podem ter forma de tubo único ou ramificado;
  4. O corpo perfurado por grande quantidade de poros é o traço morfológico mais característico dos espongiários ou poríferos;
  5. Cada célula se alimenta independentemente bombeando a água através das paredes do corpo e filtrando as partículas de alimento;
  6. As esponjas podem se reproduzir de dois modos: sexuada ou assexuadamente;
  7. Conhecem-se cerca de cinco mil espécies de esponjas marinhas, divididas em três classes: Calcaria ou calcispôngias, Hexactinellida ou hialospôngias e Demonspongiae.

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De acordo com a IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza), um quarto de todas as espécies existentes pode estar num alto grau de risco de extinção.

Animais ameaçados de extinção - Prionailurus Viverrinus

O estudo sobre os animais em extinção foi divulgado recentemente na sede da IUCN em Barcelona e avaliou grande parte dos seres vivos do planeta. Com base nos estudos realizados pela IUCN cerca de uma em cada quatro espécies do mundo pode estar ameaçada, sendo que 25% dos animais ameaçados são mamíferos. Os cientistas que participaram do levantamento reafirmaram que metade das espécies tem população em queda, e um quarto delas já estão sob ameaça de extinção.

Animais ameaçados de extinção - Incilius Holdridgei

Portanto, não há dúvidas de que o aquecimento global tem causado enormes tragédias na Terra, e embora já estejamos cansados de saber disso, não tomamos nenhuma providência quanto a exigir que empresas e governos busquem alternativas de energias renováveis. Para concluir, a ONG Conservação Internacional informou que por trás dessa ameaça a extinção de animais e seres vivos estão principalmente o desmatamento tropical e a caça.

O que você está esperando para fazer a sua parte?

Fotos: divulgação / IUCN

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A situação do desmatamento da Amazônia é alarmante, e quase todos já sabem disso.

Desmatamento na Amazônia 1 Mas como uma imagem fala mais do que mil palavras, talvez essas imagens nos sensibilizem a se preocupar mais com a Amazônia e com o meio ambiente.

O que fazer para combater o desmatamento da Amazônia?

De acordo com especialistas, o primeiro passo é mudar o modelo de ocupação da região. Além disso, é preciso que todos os setores envolvidos, órgãos públicos, cientistas, madeireiros, pecuaristas, sem-terra e agricultores se conscientizem de que a Floresta Amazônica é um patrimônio natural, portanto, é um dever de todos buscarem alternativas para sua preservação.

É importante lembrar que se nada for feito para conter o desmatamento da Amazônia, iremos enfrentar graves problemas devido ao aquecimento global e as mudanças climáticas.

Fotos do desmatamento na Amazônia

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Para os mais céticos em relação ao desmatamento da Amazônia, vai um recado: apenas em abril, a Floresta Amazônica perdeu uma área equivalente à cidade do Rio de Janeiro.

Desmatamento da Amazônia

Depois da saída da Marina Silva, no Ministério do Meio Ambiente só ficou fanfarrão.

Digo isso, pois a ex-ministra era a única a defender a Amazônia com unhas e dentes, ou seja, sem se deixar levar pela corrupção e interesses econômicos das grandes empresas.

Desmatamento da Amazônia

De acordo com o Deter, o sistema de detecção em tempo real do governo, entre agosto de 2007 e abril de 2008, a área devastada é de 5.850 km².

Isso é dado alarmante, sabendo-se que a tendência é aumentar cada vez mais o desmatamento da Amazônia.

Agora estamos diante de um grande desafio:

  • Encontrar uma fórmula que permita o crescimento sustentável na Amazônia.

No que depender do governo Lula e sua turma, a Floresta Amazônica continuará sendo desmatada sem nenhuma preocupação já que em seu governo, muitas reservas foram criadas, mas houve pouca, ou nenhuma proteção.

Mas isso tem uma explicação: falta infra-estrutura para cuidar da Amazônia.

  • Há apenas um fiscal para cada 2.800 km²;
  • Muitas reservas foram invadidas por madeireiros e posseiros;
  • 70% das reservas na Amazônia não foram implementadas ou sequer têm uma sede.

Com isso, áreas de preservação na Amazônia estão se transformando em pasto.

O Brasil não pode mais seguir esse caminho, o desmatamento da Amazônia é inaceitável dentro e fora do país, já que mais de 15% dos 5 milhões de espécies de seres vivos existentes habitam na Amazônia.

Além disso, existem hoje legislação, recursos tecnológicos e vigilância remota suficientes para permitir a ocupação da Amazônia sem destruí-la.

Basta apenas tomar vergonha na cara, deixar a corrupção de lado e trabalhar.

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Com o aumento de fenômenos naturais, como o ciclone que passou por Mianmar, é comum ficarmos em dúvida sobre a relação entre furacão, tornado e ciclone. Então nada melhor do que buscar informações para entender o que significa cada um deles.

Furacão Catarina

Apesar de serem confundidos, tornados e furacões são fenômenos distintos. Entenda o porquê.

Furacão

O furacão é uma tempestade ciclônica com ventos muitos fortes, que se forma nos oceanos, entre as regiões tropicais, pois é de lá que ele obtém a sua energia. Sua curva se assemelha a uma parabólica, e giram no sentido horário (no hemisfério sul) ou anti-horário (no hemisfério norte) e medem de 200 km a 400 km de diâmetro.

Por razões históricas, os furacões que se formam no Oriente (no oceano Índico e no leste do oceano Pacífico) são geralmente chamados de tufões.

Tornado

O tornado é uma tempestade ciclônica intensa, que pode se formar sobre a terra ou sobre o mar, com aparência de uma coluna móvel afunilada, caracterizada pela rápida ascensão de ar quente e úmido de baixa altitude em direção as partes mais altas da atmosfera.

Ciclone

Um ciclone é um movimento de grande escala que pode ocorrer tanto na atmosfera como no oceano, caracterizado por um giro realizado pelo ar ou pela água ao redor de uma área de baixa pressão na atmosfera ou no oceano.

São os responsáveis pelas instabilidades climáticas em quase todas as regiões da Terra, ou seja, é uma formação produzida por grandes massas de ar em alta velocidade de rotação, e que favorece a formação de nuvens e precipitações.

Os ciclones classificam-se em tropicais e extratropicais. Os ciclones tropicais tendem a ser mais violentos que os de latitudes médias e às vezes causam grande devastação.

  • Ciclone tropical é um sistema tempestuoso caracterizado por um sistema de baixa pressão, por trovoadas e por um núcleo morno, que produz ventos fortes e chuvas torrenciais. Atribui-se sua existência ao contato do ar tropical com o ar equatorial, em progressão para o norte, durante o verão boreal, ou para o sul, no verão austral.
  • Ciclone extratropical, às vezes chamado de ciclone de média latitude, são perturbações ocasionadas por centros de baixa pressão. Ocorre nas latitudes médias da Terra, não tendo características tropicais nem polares, e em virtude da configuração gráfica que apresentam, em forma de depressão, foram também denominados depressões barométricas.

Categorias de força e destruição

Para classificar a força e a destruição de um ciclone ou furacão, existem duas escalas:

  • Escala Saffir-Simpson, que considera a pressão medida no centro do fenômeno, velocidade dos ventos e tempestades provocadas pelo furacão.
  • Escala Fujita (ou Fujita-Pearson Tornado Intensity Scale), que mede a intensidade dos tornados. Foi batizada com este nome em homenagem ao falecido cientista de tornados, Dr. Ted Fujita da Universidade de Chicago.

A Escala Fujita mede a intensidade dos tornados de modo semelhante que a Escala Saffir-Simpson mensura a intensidade dos furacões.

Confira a tabela da Escala Fujita:

Classificação Velocidade dos ventos (km/h) Largura da trilha (metros) Comprimento da trilha (km) Danos provocados
F0 65 – 115 3 – 20 0 – 2 Leves
F1 115 – 180 10 – 100 1 – 5 Moderados
F2 180 – 250 50 – 500 2 – 20 Fortes
F3 250 – 330 500 – 1000 5 – 60 Severos
F4 330 – 420 1000 – 2000 10 – 150 Devastadores
F5 420 – 530 2000 – 5000 10 – 500 Incríveis

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A passagem do ciclone tropical Nargis em Mianmar no último sábado, dia 3, matou quase 4.000 pessoas e milhares de pessoas ainda estão desaparecidas.

Apenas para termos uma idéia das conseqüências do ciclone, a TV estatal divulgou o número de mortos encontrados em duas das cinco zonas afetadas pelo desastre.

O número confirmado é de 3.934 mortos, 41 feridos e 2.879 desaparecidos, nas divisões de Yangon e Irrawady, informou a TV Estatal.

Ainda de acordo com a TV Estatal, outras dezenas de milhares podem ter morrido nas cidades de Bogalay e Laputta.

Se os dados forem confirmados, o ciclone deste fim-de-semana terá sido o mais mortífero desde o tufão que atingiu a Índia em 1999, quando matou cerca de 10 mil.

As agências de ajuda disseram que centenas de milhares de pessoas estão desabrigadas e sem água no país, que é governado por uma junta militar. Cinco regiões foram declaradas zonas de emergência depois do desastre natural.

Os preços de alimentos e combustíveis dispararam em Yangon na segunda-feira, e as agências de ajuda humanitária têm dificuldades para entregar suprimentos de emergência e chegar às áreas mais atingidas pelo ciclone Nargis.

A ONU, a Cruz Vermelha Internacional e outras agências afirmaram que os estoques de suprimentos de emergência já estão sendo distribuídos em Mianmar, mas disseram que ainda vão precisar de muito mais.

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Estamos à beira de um novo apagão no Brasil. Por mais que o governo afirme que tudo está sobre controle, estamos hoje dependendo exclusivamente das usinas hidrelétricas.

Logo, é de extrema importância que os setores competentes busquem novas fontes de energia.

Basicamente temos duas tendências para isso: os processos de reação nuclear e os sistemas de aproveitamento das energias naturais e não poluentes, como a hidráulica, a eólica, a solar e a geotérmica.

Energia eolica

Confira abaixo sete alternativas como fontes de energia:

  1. Eólica: Obtida a partir da força dos ventos, esse tipo de energia pode ser conseguida em locais como o litoral maranhense;
  2. Biomassa: Obtido a partir de restos de cana, óleo vegetal, lenha, resíduos agrícolas e florestais, ou qualquer outra fonte orgânica;
  3. Solar: Com ela é possível economizar mais de 15% da energia consumida, já que este percentual representa o volume gasto apenas com os chuveiros elétricos;
  4. Biogás: Energia acumulada em aterros de lixo urbano;
  5. Biodiesel: Energia que além de reduzir a emissão dos poluentes, ainda gera empregos no setor primário, como na produção de mamona, dendê e babaçu;
  6. Geotérmica: Energia encontrada nos 5 km superiores da crosta terrestre, porém como é uma energia muito dispersa, é de difícil exploração;
  7. Hidrogênio: Vista como a fonte mais promissora, o hidrogênio quando usado como combustível produz apenas a água como resíduo, uma fonte não-poluente.

Como podemos ver há várias alternativas, falta apenas boa vontade e atitudes concretas.

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As transformações no planeta Terra são visíveis e estão acontecendo de forma rápida e agressiva.

Planeta Terra

Todos nós sabemos que o aquecimento global tem afetado o nosso planeta de uma forma geral. Ainda assim, muitos resistem em acreditar.

É incrível como o homem ao mesmo tempo em que se preocupa tanto em alcançar a Lua, em desenvolver carros cada vez mais velozes, não se preocupe com o próprio meio em que vive.

Como conseqüência, os efeitos do aquecimento global estão causando danos que poderão ser irreversíveis ao planeta, entre os quais:

  • O derretimento das geleiras nos pólos;
  • A ocorrência de furacões cada vez mais devastadores;
  • A subida do nível do mar;
  • O aumento das regiões áridas;
  • A destruição de florestas;
  • A escassez de água e etc.…

Infelizmente o planeta Terra está ameaçado pelo próprio homem, que é o único agente responsável e capaz de mudar essa situação.

Precisamos repensar nossas atitudes e agir o quanto antes.

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A importância da água para o ser humano é incontestável. Sem água no planeta não há condições de vida.

Um dos maiores desafios atualmente é saber como preservar a água de que tanto precisamos.

E uma das diversas maneiras de se preservar a água é cuidar para que nossas reservas principalmente as de água potável, continuem a produzir a quantidade necessária para suprir nossas necessidades.

Aquifero Guarani

Entre as principais reservas de água potavel do mundo está o Aquifero Guarani.

O Aqüífero Guarani é uma gigantesca reserva de água doce, que fica localizado no subsolo da América do Sul. No Brasil, ele se estende por oito estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Ele se estende também pela Argentina, pelo Uruguai e Paraguai.

Ele é abastecido pelas bacias do Rio Paraná e do Chaco-Paraná e apesar dele ser conhecido pelos hidrógrafos desde meados dos anos 50, mas por sua imensidão nunca foi dimensionado com precisão.

A primeira iniciativa nesse sentido é um mapa elaborado pelos governos dos quatro países, que será divulgado em breve.

O Aquifero Guarani em números, de acordo com o Projeto Aqüífero Guarani:

  • Sua extensão é de 1,2 milhões de quilômetros quadrados, tamanho equivalente aos territórios da França, Inglaterra e Espanha juntos;
  • Possui 45 quatrilhões de litros de água, ou seja, 22.500 vezes o volume da Baía de Guanabara;
  • Nos trechos mais próximos da superfície ele fica a 50 metros de profundidade, e nas mais distantes fica a 1.800 metros;
  • 70% dele está no Brasil, 19 % na Argentina, 6% no Paraguai e 5% no Uruguai;
    Atualmente há 930 poços que exploram sua água.

Com essas informações percebemos a importância de preservar os rios, suas nascentes assim como todo o nosso meio-ambiente.

Preservar a água é preservar a vida.

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