Para os mais céticos em relação ao desmatamento da Amazônia, vai um recado: apenas em abril, a Floresta Amazônica perdeu uma área equivalente à cidade do Rio de Janeiro.

Depois da saída da Marina Silva, no Ministério do Meio Ambiente só ficou fanfarrão.
Digo isso, pois a ex-ministra era a única a defender a Amazônia com unhas e dentes, ou seja, sem se deixar levar pela corrupção e interesses econômicos das grandes empresas.
Desmatamento da Amazônia
De acordo com o Deter, o sistema de detecção em tempo real do governo, entre agosto de 2007 e abril de 2008, a área devastada é de 5.850 km².
Isso é dado alarmante, sabendo-se que a tendência é aumentar cada vez mais o desmatamento da Amazônia.
Agora estamos diante de um grande desafio:
- Encontrar uma fórmula que permita o crescimento sustentável na Amazônia.
No que depender do governo Lula e sua turma, a Floresta Amazônica continuará sendo desmatada sem nenhuma preocupação já que em seu governo, muitas reservas foram criadas, mas houve pouca, ou nenhuma proteção.
Mas isso tem uma explicação: falta infra-estrutura para cuidar da Amazônia.
- Há apenas um fiscal para cada 2.800 km²;
- Muitas reservas foram invadidas por madeireiros e posseiros;
- 70% das reservas na Amazônia não foram implementadas ou sequer têm uma sede.
Com isso, áreas de preservação na Amazônia estão se transformando em pasto.
O Brasil não pode mais seguir esse caminho, o desmatamento da Amazônia é inaceitável dentro e fora do país, já que mais de 15% dos 5 milhões de espécies de seres vivos existentes habitam na Amazônia.
Além disso, existem hoje legislação, recursos tecnológicos e vigilância remota suficientes para permitir a ocupação da Amazônia sem destruí-la.
Veja tambémBasta apenas tomar vergonha na cara, deixar a corrupção de lado e trabalhar.







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